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Caiu na rede, pode ser golpe.

Atualizado: 12 de out. de 2022



Li sobre o assunto hoje no trabalho no Banco do Brasil (no site interno, não fiquem bravos pessoal do banco, eu achei a informação válida), e achei muito importante compartilhar.

Escolher destinos de viagem, restaurantes, roupas e livros. Hoje, você pode fazer estas escolhas dentro de uma rede social. Até mesmo finalizar uma compra já é possível no ambiente das redes. Segundo pesquisa da GLOBALWEBINDEX LIMITED, os usuários passam mais de seis horas na internet por dia, e um terço desse tempo é dedicado às redes sociais.

Se por um lado esse dado é uma boa notícia para o setor bancário, por exemplo, que consegue levar conteúdos mais relevantes para uma audiência cada vez maior e de forma ainda mais assertiva, por outro, golpistas utilizam as redes sociais para roubar dados pessoais e acessar contas bancárias.

Infelizmente, essa situação tem sido mais comum a cada dia. Os golpes nas redes sociais ganham novos formatos, mas a estratégia presente na maioria deles é: ativar gatilhos emocionais para roubar informações. Milhares de pessoas são bombardeadas o dia inteiro por ofertas tentadoras, muitas delas fraudulentas. Conheça os golpes mais comuns nas redes sociais:

Lojas e marcas clonadas Muitos golpistas utilizam perfis falsos para representar pessoas ou empresas e, assim, enganar vítimas com base em uma relação de confiança. Uma prática frequente é o phishing, que consiste no roubo de informações a partir de links falsos. Eles anunciam promoções ou campanhas e pedem que as pessoas participem clicando no link do post ou adicionado na biografia ou página inicial do perfil. O objetivo deste golpe é roubar dados pessoais. Entre as ações que podem ser solicitadas pelos golpistas estão enviar dados pessoais ou bancários, informar credenciais de login, acessar links de sites comprometidos ou realizar pagamentos.Os golpistas podem, por exemplo, criar um perfil falso de um banco, com uma promoção relacionada a programas de fidelidade. Ao clicar em “cadastre-se”, a pessoa é direcionada a uma página fake que solicita número da agência, conta e senha. Depois de coletar estes dados, o golpista pode acessar a conta da vítima.

Sorteios falsos Muitas empresas fazem sorteios de produtos ou serviços para aumentar o número de seguidores e o engajamento. Conteúdos, workshops, produtos, tudo grátis, desde que a pessoa preencha um cadastro. Justamente por isso, os golpistas passaram a se aproveitar dessa atividade para coletar informações pessoais. Eles copiam o perfil de uma marca legítima e hospedam uma oferta falsa. O objetivo deste golpe também é roubar dados pessoais. Depois de receberem respostas suficientes, os criminosos selecionam os "vencedores" do golpe. Com o pretexto de enviar o prêmio, solicitam documentos, nome, e-mail, telefone e outras informações que podem ser usadas para roubar a identidade das vítimas e abrir contas de banco, crediário, empréstimos ou outro uso indevido. Com mais pessoas usando as redes sociais, aumentaram também o número de pessoas que desejam se tornar influenciadoras digitais e ganhar dinheiro produzindo conteúdo. Criminosos aproveitam a oportunidade para disfarçar o golpe de oportunidade de patrocínio. Nele, o golpista aborda o influencer com uma proposta de parceria e pede que ele pague por fretes caríssimos de supostos produtos gratuitos.

Cursos enganosos Outro golpe comum é o da venda de cursos falsos ou enganosos. Cada vez mais golpistas têm usado as redes sociais para vender cursos sobre temas que não dominam. As aulas, que têm custo elevado e costumam não oferecer certificado, são comumente direcionadas aos usuários que desejam evoluir em suas carreiras ou ingressar em um novo setor.


Veja as dicas para evitar os golpes nas redes sociais: - Conta verificada As mídias sociais possuem a funcionalidade de conta verificada, ou seja, um selo de autenticação da própria empresa atestando que aquele perfil pertence efetivamente a uma empresa ou figura pública. O selo significa que a rede social está legitimando uma atuação como figura pública, empresa ou instituição naquele perfil. - Resista ao link Nunca forneça dados pessoais para perfis desconhecidos. Por mais tentadora a mensagem e a oferta, caso não conheça a origem, não avance na conversa e não clique em qualquer link. Os seus dados pessoais são o seu maior bem no ambiente digital, por isso, estar atento para a proteção do seu CPF e outros dados é tão importante quanto fechar a porta de casa ao sair para a rua. - Pesquise Antes de participar de uma promoção, verifique se ela está hospedada nos canais oficiais da loja ou empresa. Além disso, sempre desconfie de pedidos de dados muito extensos. Procure avaliações sobre a loja em plataformas como Reclame Aqui. Se não encontrar informações sobre a loja na Internet, ou mesmo se deparar com informações suspeitas, não compre. No caso de cursos, as fraudes podem ser identificadas por meio de pesquisas em fóruns online, local onde as pessoas compartilham suas experiências. Além disso, é recomendado buscar sobre a formação dos instrutores do curso no LinkedIn ou no Google. Assim, as chances de cair em golpes serão menores. Acharam a informação válida ? Deixe nos comentários....

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