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Por que o Funk é uma "Música" Ruim?

Atualizado: 21 de jan.


Funk

Sim, escrevi "música" entre aspas porque não considero funk (este som brasileiro) como música. Se discorda, leia o texto abaixo. Se ainda discordar, apresente seus argumentos válidos nos comentários.


O Funk, esse estilo musical tão amado por alguns, é a escolha de muitos quando se trata de agitar uma festa ou simplesmente passar o tempo ouvindo "música". Mas, será que podemos realmente chamar o Funk de música? Vamos analisar algumas razões que nos fazem questionar se esse gênero merece o título de "música" ou se estamos apenas sendo vítimas de um som estridente e repetitivo.


Sim, eu tenho lugar de fala como dizem por aí, até porque sou baterista amador e entendo um pouco de rítmo.


1. Falta de Variedade Melódica


A primeira razão pela qual o Funk pode ser considerado uma "música" ruim é a sua notória falta de variedade melódica. Se você prestar atenção às músicas de Funk, notará que muitas delas têm uma progressão de acordes extremamente simples, muitas vezes limitando-se a apenas um acorde repetido incessantemente. Não há uma evolução melódica real, tornando a experiência auditiva monótona e entediante.


2. Letras Vazias


Outro aspecto que contribui para a ruindade do Funk são as letras vazias e muitas vezes explicitamente vulgares. As músicas de Funk frequentemente se limitam a falar sobre festas, álcool, e encontros sexuais de forma explícita, sem oferecer nenhuma profundidade lírica. O conteúdo lírico é superficial e não oferece qualquer insight ou reflexão.


3. Ritmo Pobre


Apesar de ser conhecido pelo seu ritmo dançante, o Funk, na realidade, apresenta um ritmo extremamente pobre. Muitas músicas de Funk se baseiam em uma batida repetitiva que, com o tempo, pode se tornar irritante. A falta de complexidade rítmica torna difícil apreciar verdadeiramente a música como uma forma de arte.


4. Ausência de Harmonia


A harmonia é um dos pilares da música, mas o Funk parece ignorá-la completamente. Muitas músicas desse gênero carecem de harmonias ricas e complexas, optando por manter a mesma progressão de acordes durante toda a canção. Isso contribui para a falta de profundidade musical.





5. Abuso de Autotune


O uso excessivo de autotune é uma característica comum no Funk, e isso é uma grande desvantagem. O autotune é uma ferramenta de correção de afinação que, quando usado em excesso, pode distorcer a voz do cantor de forma artificial, tornando a interpretação vocal pouco autêntica e irritante.


6. Padrões de Ritmo Preditíveis


Muitas músicas de Funk seguem padrões de ritmo previsíveis, o que tira a surpresa e a emoção da música. Isso leva a uma sensação de déjà vu constante, onde cada faixa parece ser uma variação da anterior.


7. Falta de Inovação


O Funk, ao longo dos anos, tem demonstrado uma falta significativa de inovação. Os mesmos temas e sons são reciclados repetidamente, tornando-o um gênero estagnado que não se adapta às mudanças na cultura musical.


8. Dificuldade de Identificação


Uma das características de uma boa música é a sua capacidade de se conectar emocionalmente com o ouvinte. No entanto, o Funk muitas vezes carece dessa capacidade, deixando o ouvinte sem qualquer identificação ou envolvimento emocional com a música.





9. Falta de Complexidade Instrumental


A complexidade instrumental é uma característica que distingue a boa música da mediocridade. Infelizmente, o Funk geralmente se contenta com instrumentação simples e repetitiva, carecendo de camadas musicais que enriqueçam a experiência auditiva.


10. Dificuldade de Avaliação Crítica


É difícil avaliar criticamente o Funk como um gênero musical. A falta de elementos musicais significativos dificulta a análise objetiva e a apreciação da música como uma forma de arte legítima.


Então, por que chamamos o Funk de "música" se ele apresenta tantos aspectos que desafiam a definição tradicional de música? Talvez seja hora de reconsiderar a classificação do Funk como música e reconhecê-lo pelo que realmente é: uma batida repetitiva e letras superficiais.


Em resumo, o Funk pode ser uma escolha de entretenimento para alguns, mas quando observamos de perto, é difícil argumentar que ele mereça ser chamado de "música" devido à sua falta de variedade melódica, letras vazias, ritmo pobre, ausência de harmonia, abuso de autotune, padrões de ritmo previsíveis, falta de inovação, dificuldade de identificação, falta de complexidade instrumental e dificuldade de avaliação crítica.


Perguntas Frequentes (FAQs):


1. O Funk é popular, então por que você o considera ruim?


O fato de algo ser popular não significa necessariamente que seja bom. O Funk pode ser apreciado por muitos, mas isso não o isenta de críticas legítimas.


2. Existem exceções no mundo do Funk que merecem reconhecimento?


Certamente, pode haver exceções no mundo do Funk, mas as críticas geralmente se aplicam ao gênero como um todo.


3. O que torna uma música "boa" na sua opinião?


Uma música "boa" é aquela que oferece variedade melódica, letras significativas, ritmo cativante, harmonia rica, inovação, capacidade de identificação emocional e complexidade instrumental.


4. O que você sugere como alternativa ao Funk?


Existem inúmeras alternativas musicais que oferecem os elementos que o Funk muitas vezes carece. Gêneros como o jazz, o rock, o blues e a música clássica podem ser opções para quem busca uma experiência musical mais enriquecedora.


5. Você acredita que a música é subjetiva?


Sim, a apreciação da música é em grande parte subjetiva, mas isso não impede a análise crítica dos elementos musicais que a compõem. A subjetividade não exclui a possibilidade de avaliar e criticar a qualidade musical.

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