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O novo perigo virtual: como se proteger de golpes com criptomoedas



Li a notícia do site da InfoMoney | IM+ sobre golpes com criptomoedas, e achei que deveria, como funcionário de uma instituição financeira. Banco do Brasil, trazer a tona sobre os golpes que estão sendo aplicados nas pessoas.



A intenção aqui não é falar que este ou aquela aplicação é melhor, mas sim, como se fala por aí, deixar o pessoal mais "esperto" com este tipo de transação com criptomoedas.


Explicando:


As criptomoedas são moedas digitais que funcionam de forma descentralizada, sem a intervenção de bancos ou governos. Elas são baseadas em uma tecnologia chamada blockchain, que registra e valida todas as transações realizadas na rede. As criptomoedas têm atraído cada vez mais investidores e entusiastas, mas também têm sido alvo de golpes e fraudes que podem causar prejuízos financeiros e emocionais aos usuários.


As criptomoedas têm atraído cada vez mais investidores e entusiastas, que buscam lucrar com a valorização desses ativos ou simplesmente participar de uma nova forma de economia.


No entanto, com o crescimento do mercado de criptomoedas, também aumentaram os casos de golpes e fraudes envolvendo esses ativos. Segundo um relatório da Crypto Head, uma empresa que rastreia informações sobre esse setor, os golpes com criptomoedas em 2021 aumentaram 40,7% em relação a 2019, chegando ao total de US$2,99 bilhões. No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou que as criptos são usadas em 43% das práticas criminosas financeiras.


Neste artigo, apresentarei, como falado acima, alguns dos golpes mais comuns com criptomoedas e dar dicas de como se proteger e evitar cair em armadilhas.


1. Esquemas de investimento


Esquemas de investimentos estão entre os principais golpes com criptomoedas. Essa fraude, também conhecida como "Pump and Dump" ("inflar e largar", em português), funciona da seguinte forma: os criminosos criam uma criptomoeda e investem em massa para que ela valorize repentinamente. Em seguida, eles divulgam a moeda nas redes sociais, em grupos de WhatsApp ou em sites falsos, prometendo ganhos rápidos e garantidos para quem comprar. Quando muitas pessoas são atraídas pela oferta, os golpistas vendem suas moedas a um preço alto e desaparecem, fazendo com que o valor da moeda despenque e deixando os investidores no prejuízo.


Para evitar esse tipo de golpe, é importante pesquisar bem sobre a criptomoeda antes de investir, verificar se ela tem um projeto sólido e transparente, se é compatível com blockchain, se tem liquidez no mercado e se há pessoas reais por trás da empresa. Também é recomendável desconfiar de promessas de lucros fáceis e irreais, e não se deixar levar pela pressão ou pela ganância.


2. Golpes com phishing


Golpes de phishing usam páginas falsas para atrair a vítima e roubar informações pessoais e bancárias. No caso das criptomoedas, os golpistas podem enviar e-mails ou mensagens se passando por plataformas de câmbio (exchanges), carteiras virtuais (wallets) ou startups legítimas, solicitando dados como senhas, chaves privadas ou códigos de verificação. Com esses dados, eles podem acessar as contas das vítimas e transferir suas criptomoedas para endereços desconhecidos.


Para evitar esse tipo de golpe, é importante verificar sempre o remetente e o endereço do site antes de clicar em qualquer link ou fornecer qualquer informação. Também é aconselhável usar um antivírus atualizado no computador ou no celular, e não abrir anexos ou baixar arquivos suspeitos. Além disso, é bom lembrar que as plataformas sérias nunca pedem senhas ou chaves privadas por e-mail, ou mensagem.




Para evitar esse tipo de golpe, é preciso estar atento aos sinais de que se trata de uma comunicação falsa. Por exemplo, erros ortográficos ou gramaticais, URLs estranhos ou diferentes do original, falta de ícones de segurança como o cadeado ou o "https" na barra de endereço. Também é importante não clicar em links suspeitos ou baixar arquivos anexados sem verificar sua procedência. Além disso, nunca forneça seus dados sensíveis por e-mail ou mensagem, pois as plataformas legítimas não costumam pedir essas informações dessa forma.


3. Aplicativos falsos


Outra maneira comum de os golpistas enganarem os investidores em criptomoeda é por meio de aplicativos falsos disponíveis para download no Google Play e na Apple App Store. Esses aplicativos podem imitar o visual e o nome de aplicativos reais de exchanges, wallets ou outras empresas do setor, mas, na verdade, são usados para roubar dados ou dinheiro dos usuários. Muitas vezes, esses aplicativos contêm erros ortográficos, cores estranhas ou logotipos incorretos que podem denunciar sua falsidade.


Para evitar esse tipo de golpe, é importante baixar aplicativos apenas de fontes confiáveis e oficiais, verificar as avaliações e os comentários dos outros usuários, e conferir se o aplicativo tem uma política de privacidade e segurança clara. Também é recomendável não armazenar grandes quantidades de criptomoedas em aplicativos móveis, mas sim em carteiras virtuais mais seguras.


4. Sites que vendem bitcoins por preços mais baratos:


Você já se deparou com algum site que oferece bitcoins por preços muito abaixo do mercado? Se sim, cuidado: pode se tratar de um golpe.


O que é o golpe?


O golpe consiste em atrair as vítimas com a promessa de comprar bitcoins por valores muito inferiores aos praticados nas corretoras regulamentadas. Os sites fraudulentos costumam usar nomes parecidos com os de empresas conhecidas, ou até mesmo copiar o layout e o domínio delas. Assim, eles tentam passar uma falsa credibilidade e confiança.


Os golpistas podem usar diferentes estratégias para convencer as vítimas a depositar dinheiro em suas contas. Algumas delas são:


- Oferecer descontos progressivos conforme o valor investido;


- Alegar que se trata de uma oportunidade única ou limitada (vale aquela máxima- NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS);




5. Pirâmide Financeira:


Este é o mais comum, e pelo que já li, brasileiro gosta muito. É uma ironia. O que quis dizer, e dada minha experiência trabalhando em um banco, algumas pessoas, querem retorno fácil e rápido. E às vezes se submetem a situações que parecem boas, mas são verdadeiras armadilhas.


Este golpe usa as criptomoedas como fachada para atrair vítimas. Os golpistas oferecem rendimentos garantidos e acima da média do mercado, mas, na verdade, usam o dinheiro dos novos participantes para pagar os antigos, sem fazer nenhum investimento real. Quando o número de entradas diminui ou quando as autoridades descobrem o esquema, a pirâmide desmorona e os investidores perdem tudo.


Um caso recente de pirâmide financeira envolvendo criptomoedas foi o da empresa G44 Brasil, que prometia rendimentos de até 15% ao mês com mineração de bitcoins. A empresa foi alvo de uma operação da Polícia Federal em novembro de 2020 e teve seus bens bloqueados pela Justiça. Estima-se que mais de 50 mil pessoas tenham sido lesadas pelo golpe, que movimentou cerca de R$ 1,5 bilhão.


Lembre-se também que a melhor forma de comprar bitcoins é por meio de corretoras regulamentadas, que oferecem segurança, transparência e facilidade para os seus clientes. Assim, você pode investir em criptomoedas com mais tranquilidade e confiança.




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