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O Grupo Wagner: uma análise do grupo de mercenários russos


Grupo Wagner
May 5, 2023. Press service of "Concord"/Handout via REUTERS ATTENTION EDITORS - THIS IMAGE WAS PROVIDED BY A THIRD PARTY. NO RESALES. NO ARCHIVES. MANDATORY CREDIT.

Bom, se eu acreditasse em teoria da conspiração, quando este texto sair, serei espionado… Wix, Google fique atento!!!!


Vejo muita postagem de ações positivas feitas ao redor do mundo e acho isto pertinente para a rede social, mas diante do cenário global que se apresenta, achei interessante, trazer um assunto um pouco polêmico, para esta rede, trazer um pouco de realidade, por assim dizer. O Grupo de Mercenários Wagner.


Nos últimos anos, o mundo tem assistido à ascensão do Grupo Wagner, um grupo de mercenários baseado na Rússia que ganhou destaque por suas atividades militares na Síria, Ucrânia e África.


Origem do Grupo Wagner


O nome do grupo homenageia o compositor favorito do líder do Partido Nazista, Adolf Hitler: Richard Wagner (1813-1883). Um dos fundadores da organização mercenária, Dmitry Utkin, é nazista, com várias tatuagens sobre a ideologia. Hoje, o grupo é chefiado apenas por Yevgeny Prigozhin que acusou, em 24 de junho de 2023, a liderança militar russa de atacar um de seus acampamentos militares e matar uma “grande quantidade” de suas forças mercenárias .


Empresas militares privadas ou empresas de prestação de serviços de segurança (em inglês, private military company, sigla #PMC ou private military and security company, sigla #PMSC) são aquelas que oferecem aconselhamento ou serviços de natureza militar, sendo também classificadas ou definidos como mercenárias (“soldados de aluguel”). Muitas dessas empresas são também conhecidas como empresas privadas de segurança, empresas militares privadas, companhias militares privadas, prestadores de serviços militares e mais genericamente, indústria militar privada.


Os serviços e conhecimentos oferecidos por PMCs são normalmente semelhantes aos de militares ou policiais das forças governamentais, na maioria das vezes em uma escala menor. Empresas militares privadas muitas vezes fornecem serviços para treinar ou complementar forças armadas oficiais a serviço dos governos. Elas também podem ser contratadas por outras empresas privadas, para fornecer guarda-costas para funcionários-chave ou para proteger instalações dessas empresas, especialmente em territórios hostis.


A contratação de mercenários é proibida por convenções internacionais, razão pela qual as PMC tentam diferenciar suas atividades do puro mercenarismo. Mas, quando usam força ofensiva em uma zona de guerra, essas empresas podem efetivamente ser consideradas como combatentes ilegais (mercenários), pois, segundo a Convenção internacional contra o recrutamento, uso, financiamento e treinamento de mercenários (1989), mercenário é aquele que participa diretamente de hostilidades ou de ato concertado de violência.


Atuação do Grupo Wagner


O Grupo Wagner é conhecido por suas atividades em conflitos ao redor do mundo, principalmente na Síria. O grupo é atraente para governos e empresas que buscam contratar mercenários para atuar em conflitos. Acredita-se que o grupo tenha sido responsável por operações na Síria e também por fornecer segurança privada para empresas russas em países africanos.


O grupo é conhecido por sua brutalidade e falta de restrições à violência. Em fevereiro de 2018, um grupo de mercenários do Wagner teria sido morto em um confronto com forças dos Estados Unidos na #Síria.


Outros grupos de mercenários e empresas


Além do Grupo Wagner, outros grupos de mercenários e empresas prestam serviços semelhantes. A Blackwater, empresa americana, é uma das mais conhecidas. Em 2007, seus funcionários mataram 17 civis iraquianos durante uma operação.


Aliás, sobre a Blackwater, existe um livro que já li, e é ótimo. Título: Blackwater: A ascensão do exército mercenário mais poderoso do mundo. Lançado em Maio de 2008.



Capa do livro sobre a Blackwater. Semelhando ao Grupo Wagner

A sinopse do livro é: O uso de mercenários em conflitos bélicos não é novidade. Diferente no cenário da guerra no Iraque é a meteórica ascensão de uma companhia que, sob o comando de um radical cristão de extrema- direita, transformou-se de mero campo privado de treinamento militar em um colosso com 600 milhões de dólares somente em contratos oficiais com o governo dos Estados Unidos. A Blackwater USA assumiu essa privilegiada posição em menos de uma década.


Seu formidável crescimento coincidiu com a chegada ao poder da direita cristã, e seus negócios ganharam considerável impulso com os atentados de 11 de setembro de 2001 e com a chamada “guerra ao terror”. Mas a Blackwater não atua apenas em território iraquiano, hoje ela opera em nove países. Seus agentes não são civis nem militares. Nessa espécie de limbo legal, a empresa não pode ser processada por eventuais crimes, seja pela justiça comum ou pela militar: está acima da lei.


Com recursos e equipamentos suficientes para derrubar governos, companhias como a Blackwater representam uma ameaça real à democracia norte-americana e mundial.

Empresas de segurança privada também oferecem serviços semelhantes, muitas vezes contratadas por empresas que operam em países de alto risco. A G4S é uma das maiores empresas de segurança privada do mundo e tem presença em mais de 90 países.


Um parenteses aqui, o jogo GTA V (Grand Theft Auto V), em sua história, cita uma empresa de segurança privada que atua em guerras "corretas" ou "honestas": Merrywheather. A Merryweather é uma empresa de segurança privada fictícia que aparece no jogo Grand Theft Auto V. Eles oferecem serviços de segurança, transporte aéreo e marítimo, além de fornecer armas e munições para os jogadores. Mas qualquer semelhança com a realidade é coincidência.


Sobre o GTA:

Administração e lucratividade

Empresas como a Blackwater e a G4S são empresas privadas, administradas como qualquer outra empresa. A questão dos grupos de mercenários, no entanto, é mais complexa.


Grupos como o Wagner são considerados ilegais em muitos países. Além disso, as atividades desses grupos não são regulamentadas e muitas vezes não há responsabilização pelos crimes cometidos por seus membros.


Quanto à lucratividade da atividade, é difícil fazer uma estimativa precisa. No entanto, é sabido que essas empresas cobram valores altos pelos serviços prestados. Além disso, muitas vezes elas atuam em conflitos armados, o que pode gerar ganhos financeiros com a venda de armas e outros equipamentos militares.


Em suma, o Grupo Wagner é um exemplo de como grupos de mercenários sem regulamentação podem representar uma ameaça à segurança global. A falta de responsabilização por seus crimes e a brutalidade com que agem são motivos de preocupação para a comunidade internacional.


Para evitar que atividades criminosas como essa continuem a existir, é importante que as leis e regulamentações estejam em vigor para garantir que empresas de segurança privada operem de forma responsável e ética. Se você deseja saber mais sobre o papel de grupos de mercenários e empresas de segurança privada, confira fontes confiáveis de informação, como relatórios governamentais e agências de notícias respeitadas.

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